‘Os indecisos decidem’: construção discursiva do público deliberativo no programa chileno 100 indecisos

Descripción del Articulo

A espectacularização da política e deliberação política têm sido pouco estudados em linguística e são vitais para a compreensão da discussão democrática atual. O objetivo deste artigo é compreender como são construídos os públicos num programa de discussão política. A metodologia de análise utilizou...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Lledó Olmedo, Felipe
Formato: artículo
Fecha de Publicación:2025
Institución:Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Repositorio:Revistas - Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Lenguaje:español
OAI Identifier:oai:revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe:article/29456
Enlace del recurso:https://revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe/index.php/lenguaysociedad/article/view/29456
Nivel de acceso:acceso abierto
Materia:discurso político
deliberación política televisada
espectacularización de la política
valoración
compromiso
political discourse
televised political deliberation
spectacularization of politics
appraisal
engagement
deliberação política televisiva
a espectacularização da política
avaliatividade
engajamento
Descripción
Sumario:A espectacularização da política e deliberação política têm sido pouco estudados em linguística e são vitais para a compreensão da discussão democrática atual. O objetivo deste artigo é compreender como são construídos os públicos num programa de discussão política. A metodologia de análise utilizou as ferramentas fornecidas pela teoria da linguística sistémica funcional com foco no sistema avaliatividade. Os principais resultados foram que o programa de discussão política 100 indecisos está estruturado como um macro-género complexo organizado por um género articulador instanciado pelo apresentador do programa. O apresentador constrói três públicos: a sociedade chilena em geral, o telespectador a quem deve justificar-se e os indecisos presentes no programa, cuja capacidade política é valorizada negativamente. Os actores políticos constroem o público através de três tipos de perguntas retóricas: polares, pedagógicas e orientadoras. Do mesmo modo, a argumentação dirigida ao público é construída a partir de pronunciamentos pessoais. Por fim, concluiu-se que as estratégias discursivas apresentadas pelos actores políticos constroem três tipos de públicos: um público sensível alinhado com o interlocutor, um público estudante que deve ser ensinado e um público cidadão capaz de gerar as suas próprias conclusões.
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