Subjetivação extracampo e discursos instituidores: a sociologia da cultura de Bourdieu em um contexto colonial.

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Bourdieu oferece bases para a interpretação de práticas culturais latino-americanas, mas a colonialidade nos obriga a revisitar suas premissas. Aprofundamos essa intuição em duas investigações realizadas anteriormente. Escritores da Literatura Periférica Marginal irromperam na cena literária brasile...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Souto Salom, Julio
Formato: artículo
Fecha de Publicación:2026
Institución:Universidad Científica del Sur
Repositorio:Revistas - Universidad Científica del Sur
Lenguaje:español
OAI Identifier:oai:revistas.cientifica.edu.pe:article/2955
Enlace del recurso:https://revistas.cientifica.edu.pe/index.php/desdeelsur/article/view/2955
Nivel de acceso:acceso abierto
Materia:Cultural sociology
epistemology
traditional knowledge
colonialism
Sociología cultural
epistemología
conocimientos tradicionales
colonialismo
epistemologia
conhecimentos tradicionais
descolonialidade
Descripción
Sumario:Bourdieu oferece bases para a interpretação de práticas culturais latino-americanas, mas a colonialidade nos obriga a revisitar suas premissas. Aprofundamos essa intuição em duas investigações realizadas anteriormente. Escritores da Literatura Periférica Marginal irromperam na cena literária brasileira no início dos anos 2000. Sua singularidade resistiu à análise como capital simbólico valorizado em um campo autônomo. A "dupla vida do escritor" demonstrou práticas culturais produzidas em subcidadania. A política "Ação Griô" do Ministério da Cultura do Brasil promoveu discursos instituintes, nomeando "Mestres Griôs" mestres de culturas populares com anos de experiência, mas sem relação com esse título. Revisitamos os argumentos de Bourdieu contra a linguística pragmática de Austin, abordando este caso a partir de duas perspectivas epistemológicas de nossos interlocutores: o quilombismo e a religiosidade afro-brasileira. Em ambas as investigações, em vez dos limites particularistas de uma teoria global, encontramos um impulso para repensar a “ruptura epistemológica” e testar uma epistemologia contracolonial.
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