Da gramática às pessoas: suposições na polêmica sobre a proibição da linguagem não binária na esfera educacional da Cidade de Buenos Aires (junho de 2022)

Descripción del Articulo

A discussão sobre a linguagem inclusiva de gênero não é nova. No entanto, na Argentina, ela se tornou parte do debate público com a visibilidade das lutas feministas e LGBTIQ+, e mais fortemente durante o debate sobre a legalização do aborto em 2018 (Pérez & Moragas, 2020; Sardi & To...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Palma, Alejandra Gabriela
Formato: artículo
Fecha de Publicación:2025
Institución:Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Repositorio:Revistas - Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Lenguaje:español
OAI Identifier:oai:revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe:article/30559
Enlace del recurso:https://revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe/index.php/lenguaysociedad/article/view/30559
Nivel de acceso:acceso abierto
Materia:lenguaje inclusivo de género
lenguaje no binario
ámbito educativo
polémica
argumentación
gender inclusive language
non-binary language
educational sphere
polemic
argumentation
linguagem inclusiva de gênero
linguagem não binária
âmbito educacional
polêmica
argumentação
Descripción
Sumario:A discussão sobre a linguagem inclusiva de gênero não é nova. No entanto, na Argentina, ela se tornou parte do debate público com a visibilidade das lutas feministas e LGBTIQ+, e mais fortemente durante o debate sobre a legalização do aborto em 2018 (Pérez & Moragas, 2020; Sardi & Tosi, 2021). Neste artigo, exploramos a polêmica sobre a Resolução n.º 2566 de 2022 do Ministério da Educação do Governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires (2022), que “proibiu” o uso da linguagem não binária na educação. A estrutura teórico-metodológica avalia a polêmica (Amossy, 2014) e reúne conceitos desenvolvidos em diferentes linhas. Assim, exploramos, na própria Resolução e em várias declarações públicas, os pressupostos (Sperber & Wilson, 1994) que sustentam os argumentos dessa polêmica e trabalhamos com a noção de campo de argumentação (Toulmin, 1958) para organizar esses pressupostos. Os resultados mostram que, embora a posição contra a linguagem não binária pareça unificada, o campo de argumentos a favor da linguagem não binária é mais diversificado, com uma variedade maior de pressupostos e fontes de validação. São necessários mais estudos sobre essa linha de argumentação para determinar os discursos que sustentam essas proposições em nível social.
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