O estatuto ficcional de Os sertões, de Euclides da Cunha

Descripción del Articulo

Os sertões congrega epítetos que conformam um emaranhado de visões contraditórias, e muitas vezes pouco fundamentadas em suas assertivas, a respeito de uma polarização que discrimina aspectos artísticos e positivistas da obra. Sua forma deliberadamente ficcional apenas recentemente teve sua...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pardal Capistrano, Renato
Formato: artículo
Fecha de Publicación:2015
Institución:Universidad Nacional del Centro de Perú
Repositorio:Revistas - Universidad Nacional del Centro de Perú
Lenguaje:español
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.uncp.edu.pe:article/252
Enlace del recurso:https://revistas.uncp.edu.pe/index.php/horizontedelaciencia/article/view/252
Nivel de acceso:acceso abierto
Materia:gêneros
ficção
ciência
refletorização
geopoética
Descripción
Sumario:Os sertões congrega epítetos que conformam um emaranhado de visões contraditórias, e muitas vezes pouco fundamentadas em suas assertivas, a respeito de uma polarização que discrimina aspectos artísticos e positivistas da obra. Sua forma deliberadamente ficcional apenas recentemente teve sua problemática devidamente pesquisada. A ideia central deste trabalho se pauta no conceito original de geopoética, desenvolvido por Ronaldes de Melo e Souza, que configura o texto de Euclides na vigência de uma ficção multipersonativa centrada na figura de um narrador que se vale de seis personas: “observador itinerante”, “pintor da natureza”, “encenador teatral”, “investigador dialético” “refletor dramático” e “historiador irônico”.
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