Percepción del rol de los medios y la cobertura mediática de la violencia en contra de las mujeres en Arequipa

Descripción del Articulo

A violência contra as mulheres na província de Arequipa representa um desafio sociocultural persistente, apesar dos avanços nas políticas de igualdade de gênero. Este artigo analisa o papel dos meios de comunicação na cobertura dessa problemática, explorando como o tratamento midiático influencia as...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Luque-Mendoza, Salvador Antonio, Machicao-Curazi, Erik Yorel, Silva-Fernández, Robert Gabriel, Huamaní-Paco, Guillermo Raúl
Formato: artículo
Fecha de Publicación:2026
Institución:Universidad de Lima
Repositorio:Revistas - Universidad de Lima
Lenguaje:español
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/8617
Enlace del recurso:https://revistas.ulima.edu.pe/index.php/contratexto/article/view/8617
Nivel de acceso:acceso abierto
Materia:agenda setting
gender stereotypes
mass media
media framing
violence against women
violencia en contra de las mujeres
medios de comunicación
cobertura mediática
estereotipos de género
violência contra as mulheres
meios de comunicação
cobertura midiática
estereótipos de gênero
Descripción
Sumario:A violência contra as mulheres na província de Arequipa representa um desafio sociocultural persistente, apesar dos avanços nas políticas de igualdade de gênero. Este artigo analisa o papel dos meios de comunicação na cobertura dessa problemática, explorando como o tratamento midiático influencia as percepções do público. Com base em uma abordagem quantitativa, foram aplicadas pesquisas estratificadas com alocação não proporcional e posterior ponderação estatística a 650 moradores dos 29 distritos de Arequipa. Os resultados indicam uma correlação positiva moderada (rho = 0,288; p < 0,001) entre a percepção dos meios de comunicação e a cobertura da violência contra as mulheres. Os testes U de Mann–Whitney revelaram diferenças significativas: os homens destacaram maior influência no agenda setting (U = 52 010,00; p = 0,001) e no impacto social (U = 52 856,50; p = 0,002), enquanto as mulheres perceberam mais estereótipos de gênero (U = 52 522,50; p = 0,001). Apenas no campo da tecnologia digital houve consenso (U = 60 341,50; p = 0,807), evidenciando uma lacuna interpretativa na cobertura midiática. Essa divergência confirma que ambos os gêneros processam as mensagens jornalísticas de maneira distinta. Concluise que, embora os meios de comunicação desempenhem um papel importante na visibilização do problema, persistem desafios quanto à representação ética das vítimas e à equidade de gênero, o que exige um jornalismo mais reflexivo e sensibilizado.
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